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Brasil atinge a marca histórica de potência instalada em sistemas de energia solar

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com mais de 99,5% das instalações do País.

A energia solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do Brasil, dentre eles: redução de gastos com energia elétrica, atração de investimentos, geração de empregos locais de qualidade, redução de impactos ao meio ambiente, redução de perdas elétricas na rede nacional, postergação de investimentos em transmissão e distribuição e alívio do sistema elétrico em horários de alta demanda diurna, como nos meses de verão.

Em número de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 75,5% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (16,8%), consumidores rurais (4,3%), indústrias (2,7%), poder público (0,7%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,01%).

Em potência instalada, os consumidores dos setores de comércio e serviços lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 43,2% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores residenciais (35,7%), indústrias (10,3%), consumidores rurais (7,3%), poder público (3,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,3%) e iluminação pública (0,01%).

De acordo com a entidade, o Brasil possui hoje 49.177 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade ambiental a 60.090 unidades consumidoras, somando mais de R$ 2,6 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, distribuídos ao redor de todas as regiões do País.

O presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, ressalta que o crescimento da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica é impulsionado por três fatores principais: (i) a forte redução de mais de 83% no preço da energia solar fotovoltaica desde 2010; (ii) o forte aumento nas tarifas de energia elétrica dos consumidores brasileiros, pressionando o orçamento de famílias e empresas; e (iii) o aumento no protagonismo e na responsabilidade socioambiental dos consumidores, cada vez mais dispostos a economizar dinheiro ajudando, simultaneamente, a preservação do meio ambiente.

“Celebramos com otimismo este avanço para a fonte solar fotovoltaica no Brasil, com a certeza de que teremos um forte crescimento do setor nos próximos anos e décadas. O Brasil possui mais de 83 milhões de unidades consumidoras e um interesse crescente da população, das empresas e também dos gestores públicos em aproveitar seus telhados, fachadas e coberturas para gerar energia renovável localmente a partir do sol, economizando dinheiro e contribuindo na prática para a construção de um país mais sustentável e com mais empregos locais e qualificados”, comenta Koloszuk.

Para o CEO da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, o Brasil tem excelente recurso solar e possui condições privilegiadas para se tornar uma liderança mundial na área. Levantamento realizado pelo Ibope Inteligência em 2018 apontou que 9 em cada 10 brasileiros quer gerar energia renovável em casa. “Além disso, pesquisas realizadas pelo Ibope Inteligência em 2018 e 2017, pelo Datafolha em 2016 e pelo DataSenado em 2015 comprovaram que a fonte solar fotovoltaica conta com amplo apoio de mais de 85% da população brasileira”, ressalta Sauaia.

Ranking Nacional Solar Fotovoltaico

Para acompanhar de perto a evolução da microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica nos estados brasileiros, a ABSOLAR desenvolveu um Ranking Nacional Solar Fotovoltaico, que compara as potências instaladas em cada unidade da Federação.

Atualmente, o Estado de Minas Gerais é o único a ultrapassar a marca de 100 MW e lidera o ranking nacional, com 21,80% da potência instalada no País, seguido pelo Rio Grande do Sul (15,7%), São Paulo (12,2%), Paraná (6,1%) e Santa Catarina (5,4%).

Texto da Associação Brasileira de Energia Solar

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Energias solar e eólica são as formas de geração elétrica mais baratas do mundo

Fonte: Blue Sol

A energia solar e eólica costeira não subsidiadas se tornaram as fontes mais baratas de geração de eletricidade em quase todas as principais economias do mundo, incluindo a Índia e a China, segundo um novo relatório da Bloomberg New Energy Finance (BNEF).

O estudo, que compara os custos nivelados da eletricidade, mostrou que a energia Solar e eólica costeira (onshore) se tornaram as fontes de geração de energia mais baratas para todas as principais economias, exceto para o Japão.

Um custo nivelado de análise de energia leva em conta todos os fatores que determinam o que realmente custa para gerar eletricidade e entregá-la à tomada mais próxima.

Isso envolve uma gama de fatores, incluindo o custo do combustível, o custo de construir uma usina elétrica, o de construir e manter a rede elétrica, as políticas fiscais estaduais e federais e os incentivos disponíveis para todas as etapas envolvidas na obtenção da eletricidade para os consumidores.

Mesmo na Índia e na China, onde “não faz muito tempo que o carvão era o rei”, a energia solar e a eólica venceram o carvão com uma geração mais barata, de acordo com a análise da Bloomberg.

“Na Índia, as melhores usinas solares e eólicas agora são construídas pela metade do custo de novas usinas de carvão”, diz o estudo.

A contração do mercado na China, por causa da decisão do seu governo de não aprovar novas instalações de energia solar este ano, resultou em equipamentos baratos no mundo, levando o custo nivelado da fotovoltaica para US$ 60 / MWh (megawatt-hora) no segundo semestre deste ano, uma queda de 13% em relação ao primeiro semestre de 2018.

Na eólica costeira, o custo nivelado é agora de US$ 52 / MWh, uma queda de 6% em relação ao 1º semestre de 2018, graças às turbinas mais baratas e ao dólar mais forte, segundo a análise da BNEF, que mostra ainda que a fonte, em lugares como Índia e no Texas, chegou ao valor de US$ 27 / MWh.

Por razões não informadas, a eólica marítima (offshore) não foi incluída no relatório. Segundo alguns relatos, entretanto, ela pode ser ainda mais barata do que a energia eólica em terra.

Em agosto, os dados do Bloomberg NEF mostraram que o mundo atingiu o marco de 1 TW de capacidade de geração de energia eólica e solar instalada.

De acordo com estimativas da BNEF, o segundo terawatt de capacidade eólica e solar combinada será alcançado em meados de 2023 e custará 46% menos que o primeiro.

Baseando nessa queda de custos das tecnologias renováveis, assim como a das baterias de armazenamento, a BNEF estima que a solar e eólica alcancem uma participação de 50% da geração elétrica mundial até 2050, segundo o seu relatório New Energy Outlook 2018.

Discursos floridos e protestos sinceros de políticos não serão suficientes para impedir a enxurrada de emissões de CO2 que se propagam pela atmosfera da Terra todos os anos, mas fatores econômicos sim. A era das energias renováveis ​​pode finalmente estar sobre nós, e nem um pouco cedo demais.

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